Luto contra o absurdo de o meu braço querer mandar.
Mandar em mim
Mandar em ti
Quer nos controlar!
Diz-se forte e finge saber
Sabe nada mais o bracinho que o coração já não tenha visto.
Bate, empurra e foge.
Grita, sufoca e machuca.
Mas que culpa o tem?
É uma criança mimada esse braço.
Que se mal acostumou
Com tantos abraços.
[E sem mas, o amo assim].
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contas a pagar.