tranquera véia

quinta-feira, 11 de junho de 2009

A despedida foi feita, como eu havia narrado.

Mas o papel era pequeno demais
e as letras já estremecidas
quase não se faziam entender.

Não fiquei gripada
mas minha garganta esta acabada
com seu vírus e minha camiseta molhada.

Seu quarto deve ter virado mar
sem sal
onde inundamos o tapete persa
com minhas lagrimas.

(e elas ainda temem fugir)

Porque nossa historia termina no começo sem fim.

Nenhum comentário:

Postar um comentário

contas a pagar.