tranquera véia

sábado, 11 de julho de 2009

Vendo palavras velhas, tortas e empoeiradas

É incrível como ele faz o que quer
É incrível como ele as vezes me ama do nada

Lá vem essa historia de amar...

Cabelo
Não sabe o que é amar
Cabelo não tem sentimentos

Estou cheia de pensamentos

Cinto virou pata de cachorro
Sua respiração virou vento
A tesoura virou jacaré
Meu compasso agora é uma lula
E o cd é um disco voador

E só eu aqui falando de amor

Eu já vi um sapato andar sozinho
Eu já vi luzes no céu
Eu já vi uma camiseta se colocar no varal

Vocês têm que acreditaaar em mim!
Falo tudo isso sem medo
Sem medo de saber o que é o amor.


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Foi pensando nas suas cordilheiras que descobri que não há mais nada a se pensar
É como tentar coçar o meio das costas sem as mãos
É como saciar a fome só com o olhar
É eu já estou farta disto
A vida esta ai para ser vivida
E eu nao quero mais do que isso

Estar com você é como se toda manha fosse páscoa
Como se toda noite fosse natal

São seus cachos que te diferencia dos outros
E é o seu olhar que te diferencia do primeiro

Amor materno é que não é
Eu já lhe disse que sou especial
Virar panquecas não é para qualquer um
Eu já disse que sou especial
Mesmo com essas simples coisas

Estar com você é como se toda manha fosse páscoa
Como se toda noite fosse natal.

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Quero pupilas gustativas
Para te ver com mais gosto

Quero beijo no olho
Umedecendo nosso olhar

Quero ver a celulose se desfazendo com você
Espreguiçando devagar

(porque te como com os olhos)

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algum dia de 2007.


(Coloco um pouco de vida no meu copo e vou-me embora.)

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