tranquera véia

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Pensei que estava tudo sob controle, até que me contornei aos fundos da minha consciência e de lá tirei o controle para trocar os canais das minhas tristezas, e ainda digo mais, ele não estava lá essas coisas, e desisti de aperta-lo.
Enquanto me levantava com minhas pernas feitas de restos de coragem, pensava com fraqueza na memória, relembrando minhas épocas de mangas roxas e balas baratas numa esquina de Suzzanas, que se perderam em meio de tantos telefonemas sem ter o que dizer e broncas para descolar aos poucos a inocência de que éramos feitos.
Nesse longo caminho até a tv da minha insanidade escorreguei com meu irmão nos desenhos que choviam tinta guache. Mas eu não ando enxergando direito, sabe. Talvez seja por isso que andei apertando os botões errados do meu autocontrole, e pensei tê-lo estragado.

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