comiam morangos com açúcar e ouviam mutantes na beira da piscina, o açúcar se desmanchava junto à doçura daqueles olhinhos pequenos que se fitavam. o sangue dos morangos banhavam os dentes que sorriam feito um leque aberto, se derretendo entre a língua que gesticulava pequenos peixinhos vivos e dourados que faziam carinho nos ouvidos. era capaz até de ouvir o charchalhar do mar levando e trazendo grãozinhos infinitos de areia e caramujos.
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contas a pagar.